Uma "invocação de velhas glórias do passado" e "uma crítica àquilo que está mau, mas sem alternativas": a Aliança Democrática de Luís Montenegro

11 jan, 23:26

"Quem, em 1979, tinha idade para votar e votou sabe que esta AD não tem nada a ver com a outra", diz Miguel Sousa Tavares, a propósito do acordo entre o PSD e o CDS para as eleições de 10 de março. 

No seu habitual espaço de análise, em 5ª Coluna, o comentador explica que a Aliança Democrática de Luís Montenegro, que na sua perspetiva "não faz sentido nenhum", aposta essencialmente na "invocação de velhas glórias do passado" e numa "crítica àquilo que está mau, mas sem alternativas". 

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