“Temos incrementado a nossa participação nas forças especiais, mas participaremos da forma adequada àquilo que são as nossas circunstâncias”

29 jun, 09:13

Na chegada à Cimeira da NATO, que se realiza em Madrid, o primeiro-ministro António Costa frisou a importância de “construir a paz e garantir uma paz duradoura nesta região euro atlântica, em especial na Europa”.

Aos jornalistas e quando questionado sobre o reforço das forças de elevada prontidão anunciado por Jens Stoltenberg - que passarão de 40 mil para 300 mil - António Costa não se alongou com datas nem números concretos sobre o papel de Portugal, mas defendeu que o país irá participar “da forma adequada”.

“Temos incrementado a nossa participação nas forças especiais, nomeadamente na NATO. Participaremos da forma adequada àquilo que são as nossas circunstâncias”, disse.

O primeiro-ministro disse ainda que Portugal está “agora com um forte reforço nas capacidades dos vários ramos” e que “vai cumprir para o ano o objetivo que tinha sido assumido escrito para 2024 1,66% do PIB”.

“Neste momento há novas discussões no quadro da União Europeia sobre a possibilidade de haver recursos comunitários para alocar à defesa. Neste quadro de incerteza quanto à definição dos fundos comunitários, temos de ter um objetivo que seja realista ao longo da década, vamos ter uma revisão da lei da programação militar ainda no final deste ano, principio do próximo, mas temos de ter um objetivo realista”, disse.

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