Soldados Azov vão ser tratados como prisioneiros de guerra? “Não ponho a mão no fogo nem por ucranianos nem por russos”

18 mai, 23:41

Passados cerca de 80 dias, a Batalha de Azovstal chegou ao fim com os soldados do Batalhão Azov a renderem-se às tropas russas. Mas a dúvida permanece: qual será o futuro destes homens e mulheres.

O Major-general Agostinho Costa explica que de acordo com as práticas internacionais que os detidos deverão ser tratados como prisioneiros de guerra – com exceção dos mercenários -, no entanto realça que não mete “as mãos no fogo”.

Europa

Mais Europa

Patrocinados