Secretário-adjunto de Costa é arguido em dois processos. Câmara que chefiou adiantou 300 mil euros por prédio não construído

5 nov, 20:30

O secretário-adjunto do primeiro-ministro é arguido em dois processos por alegada prevaricação e outros ilícitos de natureza económica e financeira. 

Os processos que visam Miguel Alves dizem respeito ao período em que ainda era presidente da Câmara de Caminha. O novo braço direito de António Costa está ainda visado num outro inquérito que investiga o adiantamento de 300 mil euros, pela autarquia, a uma empresa que nem sequer existe.

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