Questionário é "anedótico": "Provavelmente alguns dos membros do atual Governo não estariam em funções se respondessem"

12 jan, 23:54

Foi esta quinta-feira aprovado em Conselho de Ministros o mecanismo de escrutínio de governantes. Os futuros ministros e secretários de Estado vão ter de responder a um questionário de 36 perguntas que inclui uma declaração de compromisso de honra.  

Anselmo Crespo analisou os pontos contemplados por este questionário e frisou que a interpretação "depende do critério de quem avalia as respostas", para além de que não parecem estar previstas sanções para os nomeados que faltem à verdade.  

"Se Miguel Alves tivesse respondido 'sim, sou arguido de um processo', o que teria acontecido? António Costa não o teria escolhido, sendo que quando o escolheu já sabia que estava envolvido em três processos judiciais?", questiona o comentador da CNN Portugal. 

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