"Quando chegamos a uma fase na democracia em que a palavra de outro pode ser recebida a tiro, estamos numa situação complicada"
11 set, 17:52
O especialista em comunicação Afonso Azevedo Neves argumenta que olhar para Charlie Kirk apenas como um ativista político é, neste caso, e especialmente nos EUA, "bastante redutor". "Era também, de alguma forma, um comunicador. Podíamos não gostar do que defendia, isso era uma coisa diferente", diz. "Quando chegamos a uma fase na democracia em que a palavra de outro pode ser recebida a tiro, estamos numa situação complicada".