Presidente da Colômbia diz estar pronto para "voltar a pegar em armas" se for necessário

5 jan, 21:33

Gustavo Petro já foi guerrilheiro, tendo abandonado as armas no plano de paz nacional em 1989. Mas, depois de ter ouvido as ameaças de Donald Trump a bordo do Air Force One, Petro disse, na rede social X, que está disposto a pegar em armas para defender o seu país

Horas antes, Donald Trump disse que não era uma má ideia invadir a Colômbia, até porque o presidente Petro era doente e que, por dirigir cartéis de droga, era culpado da "morte de muitos jovens."

Mas as ameaças também chegaram a Cuba, ainda que Trump ache que o sistema comunista vai acabar por cair por si próprio. Na segunda-feira, o presidente disse aos jornalistas que, durante a invasão militar da Venezuela, morreram 32 cubanos, todos guardas do casal presidencial.

O número de mortos cubanos foi confirmado pelo ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino.

Entretanto, a presidente do México reiterou a rejeição da operação militar dos EUA. Cláudia Sheinbaum disse que o México tinha a postura "histórica" de "rejeitar ingerências estrangeiras em territórios soberanos. 

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