Presidente da Colômbia diz estar pronto para "voltar a pegar em armas" se for necessário
Gustavo Petro já foi guerrilheiro, tendo abandonado as armas no plano de paz nacional em 1989. Mas, depois de ter ouvido as ameaças de Donald Trump a bordo do Air Force One, Petro disse, na rede social X, que está disposto a pegar em armas para defender o seu país
Horas antes, Donald Trump disse que não era uma má ideia invadir a Colômbia, até porque o presidente Petro era doente e que, por dirigir cartéis de droga, era culpado da "morte de muitos jovens."
Mas as ameaças também chegaram a Cuba, ainda que Trump ache que o sistema comunista vai acabar por cair por si próprio. Na segunda-feira, o presidente disse aos jornalistas que, durante a invasão militar da Venezuela, morreram 32 cubanos, todos guardas do casal presidencial.
O número de mortos cubanos foi confirmado pelo ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino.
Entretanto, a presidente do México reiterou a rejeição da operação militar dos EUA. Cláudia Sheinbaum disse que o México tinha a postura "histórica" de "rejeitar ingerências estrangeiras em territórios soberanos.