Paulo Portas faz as contas à falta de um novo aeroporto e a quase 150 dias de guerra (neste Global, para ver na íntegra)

18 jul, 22:43

“Parece-me absolutamente absurdo aquilo que não tem acontecido na questão do aeroporto”, considerou Paulo Portas. Neste Global, o comentador aproveitou para falar dos custos de uma decisão que leva 50 anos sem seguir em frente. Se a opção fosse a combinação da Portela com o Montijo, o custo de esperar por 2027 é de 6800 milhões de euros, com a perda de 2,7 milhões de passageiros. 

Mas as contas, alerta Paulo Portas, podem ser ainda mais gravosas se a opção for avançar com um aeroporto de raiz, como em Alcochete: perdem-se 21500 milhões de euros e 13 milhões de passageiros. 

Neste Global, o comentador alerta que três das maiores economias europeias - Itália, Alemanha e Espanha - terão de esperar por 2023 para fazer a recuperação económica completa face a 2019, último ano antes da pandemia e da guerra. 

A guerra na Ucrânia foi outro dos temas do habitual espaço de comentário na TVI, numa altura em que o conflito se aproxima dos 150 dias. Portas recorda que Vladimir Putin já viu cair o britânico Boris Johnson, “um dos melhores aliados de Zelensky” e o italiano Mario Draghi, que “fez a proposta que mais lesaria os interesses da Rússia”, a par do francês Emmanuel Macron, que perdeu a maioria absoluta. 

“Dá ideia de que Putin conhece melhor o Ocidente do que os ocidentais a Rússia”, resumiu Paulo Portas.

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