"Para tornarmos o nosso território mais resistente a fenómenos extremos existe um preço a pagar"

6 fev, 23:01

Miguel Miranda afirma que a gestão do risco climático não pode ser reduzida a alarmismo ou inação, sublinhando que decisões estruturais, como enterrar redes elétricas ou limitar construção em zonas inundáveis, implicam custos elevados.

O antigo presidente do IPMA considera que Portugal terá de refazer contas e assumir escolhas difíceis para deixar de reagir apenas depois das catástrofes.

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