"Os EUA colateralizaram e secundarizaram uma vez mais o trabalho da UE"

Professor Auxiliar de Relações Internacionais na Universidade Lusíada; Investigador Integrado no CEJEIA (Universidade Lusíada) e membro do Observatório Eleitoral Internacional; Investigador Colaborador Instituto do Oriente (ISCSP - Universidade de Lisboa)
26 nov, 14:49

Tiago André Lopes diz que o novo plano de 22 pontos para a Ucrânia nasce de um processo em que os EUA voltam a “secundarizar” a União Europeia e onde a realidade do campo de batalha pesa mais do que os princípios.

O comentador lembra ainda que a Rússia controla cerca de 20% do território ucraniano e que ignorar esse facto “é não perceber muito do que se passa em diplomacia”, apontando que Moscovo dificilmente aceitará qualquer solução que não consagre, de forma clara, o controlo da Crimeia, de Lugansk e de Donetsk.

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