Oreshnik: ataque russo com "arma absoluta" serviu para Putin "mostrar a Zelensky que não está seguro no seu bunker"
Agostinho Costa é especialista em geopolítica, estratégia e relações internacionais. Mestre em Relações Internacionais, possui um percurso operacional marcado por missões na ex-Jugoslávia (ONU), Kosovo (NATO) e como Chefe do Estado-Maior da EUROFOR.
Em Portugal, iniciou a carreira nas Tropas Paraquedistas e desempenhou funções de topo na GNR, onde foi 2.º Comandante-Geral. Membro do EuroDefense-Portugal e coautor de obras sobre Estratégia de Segurança Nacional, foca a sua análise na transição para uma ordem geopolítica multipolar.
9 jan, 11:18
O major-general Agostinho Costa dá uma explicação para a Rússia ter voltado a recorrer à sua "arma absoluta", o míssil Oreshnik.
Numa retaliação ao alegado ataque da Ucrânia à residência de Putin, a Rússia lançou um míssil contra o qual "não há defesa", uma vez que "entra na atmosfera a uma velocidade demasiado grande" para ser detetado pelos sistemas.