"O único interesse que poderia levar a Ucrânia a atacar a residência de Putin seria matar o próprio. Mas isso seria difícil"

Com carreira militar iniciada em 1983 na Escola Prática de Cavalaria, o tenente-general Marco Serronha é vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, tendo especialização militar no continente africano.
29 dez 2025, 23:46

"Um ataque ucraniano à residência de Putin é pouco provável de ter existido. É um alvo que não tem interesse nenhum", afirma o tenente-general Marco Serronha, acrescentando que o único objetivo plausível seria matar o presidente russo, mas, "para isso, era preciso ter a certeza que ele lá estava, o que seria difícil".

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