O Teatro Nacional deve ser "um braço armado" pela abertura "a mais identidades"

11 abr, 07:30

"Há uma grande expetativa que o Teatro Nacional possa ser esse elemento transformador na cultura portuguesa em geral e no teatro em particular, fazendo essa ponte entre a inovação e a tradição, pensando sempre nessa ideia de depósito da memória - e essa estratégia é política, parecendo que não mas é. De guardar não só os nomes mas as obras e de o teatro nacional ser o depósito dessa memória. Mas depois também da vitalidade estar relacionada com aquilo que se cria, com as comunidades e com as populações no sentido de chegar cada vez a mais pessoas e ser mais aberto", afirma Pedro Penim, o novo diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, em entrevista à CNN Portugal. Na sua opinião, o teatro deverá "afirmar-se como arma de difusão e de fixação da cultura, na relação com a língua, com as novas escritas, de criação de novo repertório, de identidades (sempre no plural) portuguesas e nesse sentido pode ser um braço armado nessa luta por abertura a mais identidades e dessa percepção do que é a nossa história e do que poderá ser o nosso futuro enquanto país".

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