"O mais provável é que não haja nenhuma intervenção militar na Gronelândia". Mas "há 1.500 militares em alerta no Alasca"

Agostinho Costa é especialista em geopolítica, estratégia e relações internacionais. Mestre em Relações Internacionais, possui um percurso operacional marcado por missões na ex-Jugoslávia (ONU), Kosovo (NATO) e como Chefe do Estado-Maior da EUROFOR. Em Portugal, iniciou a carreira nas Tropas Paraquedistas e desempenhou funções de topo na GNR, onde foi 2.º Comandante-Geral. Membro do EuroDefense-Portugal e coautor de obras sobre Estratégia de Segurança Nacional, foca a sua análise na transição para uma ordem geopolítica multipolar.
21 jan, 20:29

O major-general Agostinho Costa apresenta ainda uma solução para a Gronelândia, que "eventualmente pode satisfazer e manter as aparências", como já acontece com outras ilhas sob domínio dos EUA.

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