"O cenário mais provável é que esta guerra não irá terminar imediatamente": a entrevista a Gouveia e Melo na íntegra

1 jun, 22:06

 

Esta quarta-feira, 146 militares portugueses partiram para a Lituânia no âmbito de uma missão da NATO, muito perto da Ucrânia, numa de intensos combates entre as forças russas e ucranianas.

Em entrevista à CNN Portugal, o chefe de Estado-Maior da Armada admitiu que esta missão da Aliança Atlântica pode provocar um intensificar das provocações no Báltico. “Mas não é previsível, neste momento, que venham a escalar para qualquer coisa mais grave do que essas provocações”, acrescentou.

Questionado sobre uma eventual necessidade de reforçar o flanco leste com meios humanos e operacionais portugueses, Gouveia e Melo disse que essa questão cabe apenas ao Governo e ao Presidente da República. Mas advertiu que “ninguém sabe qual vai ser o futuro a partir de agora”, lembrando que a guerra ainda está longe de acabar.

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