O cemitério que é símbolo do desespero na Ucrânia
Jornalista desde 2010, na CNN Portugal e TVI desde 2021. Atualmente integra a editoria Internacional, com interesse particular em assuntos da China. E não é por acaso. Foi onde viveu 22 anos. Trabalhou mais de dez anos na emissora pública de rádio e televisão de Macau - TDM - onde foi pivô e editora, e assinou grandes reportagens. Foi distinguida por duas vezes com o Prémio de Jornalismo da Fundação Oriente, em 2014 e 2019. Durante o percurso pela China, cobriu de perto os protestos pró-democracia de 2014, 2019 e 2020 em Hong Kong, a repressão política e o surgimento da pandemia da covid-19. Licenciou-se em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa
20 fev, 12:36
O peso dos quatro anos de guerra na Ucrânia também se reflete em cemitérios cheios. É o caso de Lviv, a maior cidade no oeste do país, que até fica bem longe da linha da frente.
Aqui, o cemitério militar atingiu a capacidade total, o que obrigou à sua expansão.