"O cartaz [de Montenegro com Sócrates] representa uma opinião, que pode ser considerada repelente, mas que se tem direito a fazer em democracia"
25 mar 2025, 17:40
José Pacheco Pereira adopta um sentido muito lato da liberdade de expressão, baseado na primeira emenda dos EUA. Por isso, defende que o Chega tem o direito de fazer os cartazes que quiser. "Se houver crime têm que ser os tribunais a dizê-lo. Acabo por ter este papel ingrato de defender o Chega, mas acho que o cartaz representa uma opinião, que pode ser considerada repelente, mas que se tem direito a fazer em democracia"