Há um "papel pernicioso" numa decisão sobre a agência que coordena os esforços de prevenção e combate aos incêndios
25 ago 2025, 18:24
Acácio Pires, especialista em alterações climáticas da Associação Zero, afirma que "metade das medidas de curto prazo que estavam previstas" prevenir incêndios "não foram executadas". Deixa também um alerta: "A AGIV, a agência que coordenaria os esforços tanto de prevenção como combate, estava sob tutela do primeiro-ministro antes do Governo entrar em funções e deixou de estar. Receamos que isso possa ter um papel pernicioso".