Europa ameaça retaliação após ultimato de Trump pela Gronelândia
Jornalista desde 2010, na CNN Portugal e TVI desde 2021. Atualmente integra a editoria Internacional, com interesse particular em assuntos da China. E não é por acaso. Foi onde viveu 22 anos. Trabalhou mais de dez anos na emissora pública de rádio e televisão de Macau - TDM - onde foi pivô e editora, e assinou grandes reportagens. Foi distinguida por duas vezes com o Prémio de Jornalismo da Fundação Oriente, em 2014 e 2019. Durante o percurso pela China, cobriu de perto os protestos pró-democracia de 2014, 2019 e 2020 em Hong Kong, a repressão política e o surgimento da pandemia da covid-19. Licenciou-se em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa
18 jan, 14:20
Donald Trump fez subir o tom da tensão diplomática ao anunciar tarifas de 10% (que podem chegar aos 25% em junho) contra oito países europeus que se opõem à compra da Gronelândia pelos Estados Unidos. Entre os visados estão nações como a França, Alemanha e Dinamarca.
Em resposta, o presidente francês, Emmanuel Macron, classificou as ameaças como "inaceitáveis" e instou a União Europeia a ativar o seu poderoso Instrumento Anti-Coerção. Este mecanismo, nunca antes usado, permitiria a Bruxelas responder com sanções comerciais severas para proteger a soberania europeia.