“É o papel mais desafiante de Putin: ele não consegue sentir compaixão”. É assim que uma ativista russa em Portugal vê o encontro com as mães dos soldados

27 nov 2022, 11:49

A ativista Ksenia Ashrafullina, russa a viver em Portugal, engrossa o coro de críticas à alegada encenação levada a cabo por Vladimir Putin, depois de o presidente russo se ter reunido na sexta-feira com as mães dos soldados enviados para a guerra na Ucrânia, a propósito do Dia da Mãe que se assinala este domingo.

“Foi um espetáculo, onde o ator principal tinha de confecionar empatia”, resume. A ativista reforça que as “verdadeiras” mães e mulheres de soldados russos, que têm contestado as decisões de Putin e gostavam de ser ouvidas pelo líder russo, estão a ser alvo de perseguições, a começar pelas redes sociais.

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