Diana Ribeiro: "Há uma prevalência enorme de patologia mental nos reclusos, entre os 85 a 95%"

28 out, 18:22

Em análise ao caso do jovem suspeito de orquestrar um ataque terrorista na Universidade de Lisboa, Diana Ribeiro explica que o ideal seria que houvesse continuidade no acompanhamento da patologia de João Carreira. "A maioria das universidades, através dos serviços de Ação Social, têm apoio psicológico para os sujeitos que a frequentam. No entanto, este tipo de acompanhamento é voluntário", acrescenta. 

Em relação ao sistema prisional, a psicóloga clínica considera que este está mais preparado para dar resposta aos reclusos no âmbito das doenças mentais, ainda que a pena de prisão deva ser cumprida. "É importante a visão do crime, mas também tem que se avaliar do ponto de vista da saúde mental. Há uma prevalência enorme de patologia mental nos reclusos, na ordem dos 85, 90, 95%".

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