Centeno contraria Sérgio Monteiro em cartas de conforto: "A dívida passada, presente e futura estavam abrangidas". A audição do ex-ministro das Finanças

Jornalista de Economia
5 jun, 22:05

O ex-ministro das Finanças Mário Centeno diz que o dossier TAP não era prioritário quando integrou o Governo. Ouvido na comissão de inquérito, ele explica que o assunto não constou sequer da pasta de transição entregue pelo Governo de Passos Coelho, que tinha privatizado a companhia aérea.

Surpreende ainda com a interpretação de que as cartas de conforto então assinadas representam uma obrigação sobre a dívida passada, presente e futura da TAP, o que contraria o que foi dito por Sérgio Monteiro na semana passada.

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