Buscas na PCM: empresária de Braga que beneficiou de ajustes diretos está acusada de corrupção noutros dois processos

Jornalista na TVI e TVI24 desde 2009, atualmente integra a equipa do programa Portugal Português. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa, em 2007. Em 2008 iniciou o estágio e o percurso na televisão, na editoria de sociedade da TVI. Tem formação pelo CENJOR – Centro Protocolar de Formação para Jornalistas- nas áreas de televisão e de apresentação.
30 set, 13:19

Catarina Romão Gonçalves durante muitos anos ocupou um cargo de destaque na secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros. Desde o início do mês é a subdiretora-geral do património cultural. Está também na mira da Polícia Judiciária por suspeitas de corrupção. Mas nem Catarina Romão Gonçalves, nem David Xavier são os únicos. 

Segundo a investigação, em causa estão contratos públicos feitos por ajuste direto, que envolvem milhões de euros, para aquisição de sistemas informáticos para o Estado, em que alegadamente David Xavier terá obtido benefícios pessoais para escolher as empresas de Manuela Couto. A empresária de Braga está acusada de corrupção em outros dois processos por contratos celebrados com autarquias do norte.

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