“Balbúrdia, confusão e falta de ética”. Médicos atacam estado da saúde e falta de abertura do Governo

23 jul, 21:20

João Proença, vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, explica que a lei que aumenta para 250 as horas extraordinárias dos especialistas “viola” o Acordo Coletivo de Trabalho e a própria Constituição. O responsável acredita que o Presidente da República irá enviar o diploma para avaliação do Tribunal Constitucional, explicando que prevê mais 100 horas extraordinárias face ao Acordo Coletivo de Trabalho. “É impossível negociar com o Governo”, lamentou. João Proença teceu ainda fortes críticas à atuação dos conselhos de administração dos hospitais públicos, dizendo que se “regem por situação de balbúrdia, confusão e falta de ética”

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