Autarquia da Guarda acusada de expulsar mulheres e crianças refugiadas

6 mai, 21:26

Um grupo de refugiados está a acusar a Câmara Municipal da Guarda de os ter forçado a sair da cidade. Queixam-se também de que, por vezes, a comida era escassa para os cerca de 100 refugiados da guerra e de que havia atrasos na documentação que lhes permitiria procurar trabalho. Nove pessoas, entre mulheres e crianças, estão agora a viver em Fornos de Algodres. 

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