Aumento das forças de elevada prontidão é sinal de “ameaça para Rússia”. Mas “preparação de ataque não está nos planos da Aliança”

29 jun, 09:30

O aumento das forças de elevada prontidão de 40 mil para 300 mil não é para o major-general Carlos Branco um sinal de que uma guerra da Rússia contra a NATO está prestes a acontecer. O especialista militar reconhece que este reforço “é uma ameaça” para a Rússia, mas que “acima de tudo é uma medida de dissuasão”. 

“Uma coisa é colocarmos estas forças com a intenção de dissuasão, outra coisa é isso ser apresentado como uma preparação de um ataque à Rússia, E isso como é óbvio não está nos planos da Aliança e do outro lado também há essa percepção”, explica.

Europa

Mais Europa

Patrocinados