A guerra serviu "para filtrar pessoas". Uma jovem ucraniana, outra russa, ambas do mesmo lado

22 abr, 23:30

Duas jovens mulheres, uma ucraniana e uma russa, fazem parte do programa "a guerra traduzida", na rádio Observador, em que traduzem a imprensa ucraniana e russa, respectivamente.

Tânia Oliynyk está em Portugal há 14 anos, veio acompanhada pela mãe, de autocarro, com apenas sete anos. 

A jovem, de 21 anos, conta que apesar da restante família ter conseguido escapar à guerra, o pai mantém-se na Ucrânia, a ajudar outros refugiados a atravessar os corredores humanitários.

Do outro lado está Larisa Tovmasyan em Portugal há quase 16 anos, quando. Veio da Sibéria com os pais, aos 9. Ativista e antiga requerente de asilo, a jovem adianta que a guerra serviu "para filtrar pessoas" e que se "sente do lado ucraniano". Apesar disso, Larisa reforça que há pessoas que não conseguem ter um pensamento claro sobre a guerra devido a toda a desinformação no país.

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