EM ATUALIZAÇÃO
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já fez saber que está a acompanhar a situação na Venezuela em articulação com o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. A CNN Portugal sabe que o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) está em contacto com a embaixada portuguesa em Caracas e com os homólogos europeus.
A Venezuela acolhe uma das maiores comunidades portuguesas na diáspora, sendo a segunda maior na América Latina, depois do Brasil.
Até ao momento, as reações oficiais chegaram dos presidentes da Colômbia e de Cuba, que manifestaram preocupação e condenação face à situação que se desenrola em toda a Venezuela.
“O Governo da Colômbia rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar a população civil em risco”, escreveu o Presidente Gustavo Petro na rede social X.
El Gobierno de la República de Colombia observa con profunda preocupación los reportes sobre explosiones y actividad aérea inusual registrados en las últimas horas en la República Bolivariana de Venezuela, así como la consecuente escalada de tensión en la región.
Colombia…
— Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026
O chefe de Estado colombiano acrescentou que o seu país está a acompanhar os acontecimentos na vizinha Venezuela com “profunda preocupação” e apelou a todas as partes envolvidas para que se abstenham de ações de escalada, sem mencionar diretamente os Estados Unidos.
Já o Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou aquilo que classificou como um ataque “criminoso” dos Estados Unidos contra a Venezuela, numa publicação igualmente feita na rede social X.
#Cuba denuncia y demanda URGENTE reacción de la comunidad internacional contra criminal ataque de E.U a #Venezuela. Nuestra #ZonaDePaz está siendo brutalmente asaltada. Terrorismo de Estado contra el bravo pueblo venezolano y contra Nuestra América.
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) January 3, 2026
Patria o Muerte ¡Venceremos!
“Cuba denuncia e exige urgentemente uma reação da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. A nossa zona de paz está a ser brutalmente atacada”, escreveu.