Rússia anuncia "redução radical" da atividade militar, Biden duvida de que isso signifique o fim da guerra - e revela telefonema com líderes ocidentais

29 mar, 19:49
Joe Biden (AP Photo/Patrick Semansky)

Biden explica o que combinou ao telefone com Boris Johnson, Joe Emmanuel Macron, Olaf Scholz e Mario Draghi

A Rússia anunciou esta terça-feira que vai "reduzir radicalmente" a atividade militar em Kiev e Chernihiv. Questionado sobre se isso poderia ser um sinal de que a guerra estaria a chegar ao fim, Joe Biden mostra-se cético. 

“Veremos. Não tiro ilações até ver quais são os atos deles. Eu vejo aquilo que são as ações. Veremos se eles vão seguir aquilo que sugeriram", afirmou em declarações aos jornalistas, depois de um encontro com o primeiro-ministro de Singapura.

O presidente dos Estados Unidos assegurou que vai "continuar com as fortes sanções" contra a Rússia e a prestar todo o apoio militar à Ucrânia "para que se consigam defender". "Vamos continuar atentos ao que se está a passar", reforçou. 

Joe Biden aproveitou ainda para fazer referência à chamada telefónica que teve com os líderes britânico, francês, alemão e italiano, que deixaram um alerta contra qualquer "relaxamento da determinação ocidental" perante a invasão russa da Ucrânia. "Vamos ver o que é que eles têm para oferecer", afirmou Biden na conferência de imprensa. 

Boris Johnson, Joe Biden, Emmanuel Macron, Olaf Scholz e Mario Draghi "concordaram que não pode haver um relaxamento da determinação ocidental até que o horror infligido à Ucrânia termine", revelou o gabinete do primeiro-ministro do Reino Unido em comunicado.

Na mesma linha qdos Estados Unidos, o primeiro-ministro britânico defendeu ainda que é preciso "julgar o regime de Putin pelas suas ações e não pelas suas palavras". 

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