Mais de metade dos trabalhadores do Twitter não estão para aturar Musk e batem com a porta

18 nov, 16:08
Elon Musk (Getty Images)

Na origem das demissões em massa está o ultimato que o novo dono da rede social fez aos funcionários: ou decidem ficar e trabalham “longas horas, a alta intensidade” ou aceitam o pacote de despedimento e abandonam a companhia

Depois do ultimato de Elon Musk aos trabalhadores do Twitter, os escritórios da rede social fecharam as portas, com a maioria dos colaboradores a recusarem-se a continuar a trabalhar sob a liderança do novo dono da redes social. Depois do despedimento em massa, que reduziu a força de trabalho a 4.000 pessoas, agora, menos de metade manifestaram o seu interesse em continuar a trabalhar na empresa, avança o Business Insider (acesso livre, conteúdo em inglês).

Funcionários da empresa confirmaram ao jornal norte-americano que todos os edifícios foram temporariamente encerrados na passada quinta-feira, apenas uma hora depois do prazo que Elon Musk tinha dado aos trabalhadores para decidirem se queriam permanecer ou não na companhia. Espera-se que os escritórios reabram na segunda-feira.

Na origem das demissões em massa está o ultimato que o novo dono do Twitter fez, esta quinta-feira, aos funcionários: ou decidem ficar e trabalham “longas horas, a alta intensidade” ou aceitem o pacote de despedimento e abandonem a companhia. A mensagem foi transmitida por correio eletrónico, sendo que os trabalhadores tinham até ontem para avisar se continuariam a trabalhar na empresa. Só menos de metade aceitou as novas condições de Musk.

No início de novembro, apenas uma semana depois de ter sido comprado por Elon Musk, o Twitter comprometeu-se a despedir metade dos cerca de 7.500 trabalhadores que ainda tinha no final de outubro.

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