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Brisa admite entrar na corrida para concessionar as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama

3 jul, 06:34
Ponte 25 de Abril (imagem Getty)
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REVISTA DE IMPRENSA | Decisão não está tomada e a atual concessão só termina em 2030, mas já há vários nomes a posicionarem-se

A Brisa abre as portas a uma futura concessão das travessias do rio Tejo, neste momento a cargo da Lusoponte, que gere as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama até 2030.

Em declarações ao Jornal de Negócios, o presidente-executivo da Brisa admite que essa é uma possibilidade para o futuro.

“A concessão da Lusoponte é uma possibilidade que estamos a estudar, em parceria, porque tem uma componente de construção muito grande”, afirmou António Pires de Lima.

Ainda que não exista uma decisão tomada, o responsável adiantou que já existem trabalhos em curso no sentido da possível formação de um consórcio que possa integrar outros parceiros.

Entende António Pires de Lima que esse mesmo consórcio pode oferecer “competências diferentes daquelas que a Brisa tem”, até porque “a Brisa não é uma construtora”.

Quanto à natureza ou até nomes dos parceiros nesse eventual consórcio, o presidente-executivo da Brisa foi vago, referindo apenas que “podem ser vários”.

O contrato da Lusoponte para as duas travessias do Tejo termina em 2030 e há mais interessados em conseguir o projeto. A própria concessionária, que é detida pela Mota-Engil e pela Vinci, já assumiu esse desejo, enquanto o fundo francês Ardian, que detém a Ascendi, admitiu que também pode entrar no negócio.

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