Elon Musk diz que não tem casa: "Estou literalmente a ficar em casa de amigos"

20 abr, 10:50
Musk vale apenas cerca de menos 35 mil milhões de dólares do que o produto interno bruto do seu país de origem, a África do Sul. Foto: Jim Watson/AFP/Getty Images

Homem mais rico do mundo diz que faz "rotações entre os quartos de hóspedes dos amigos” e que não gasta "milhões de dólares por ano em consumo pessoal". Quanto ao jato privado, diz que lhe dá mais tempo para trabalhar

Elon Musk, fundador da Tesla e o homem mais rico do mundo segundo a Forbes, afirmou, numa conversa com Chris Anderson, presidente da TED (conhecido pelas TED Talks), que não tem casa própria.

“Na realidade, eu nem sequer possuo uma casa neste momento, estou literalmente a ficar em casas de amigos”, afirmou Musk que, na semana passada disse que quer comprar o Twitter e retirá-lo da bolsa.

O multimilionário diz mesmo que faz "rotações entre os quartos de hóspedes dos amigos” quando viaja para a "área da baía de São Francisco​, que é onde se encontra a maior parte da engenharia da Tesla”.

A conversa com Chris Anderson girou ao redor da fortuna de Elon Musk e abordou ainda o tema da disparidade de riqueza nos EUA entre americanos médios e multimilionários como ele.

"Com certeza, seria muito problemático se eu gastasse milhões de dólares por ano em consumo pessoal, mas não é o caso", afirmou, dizendo que não usa iates nem faz férias, mas que sim, tem um avião por questões de rentabilidade do tempo: "Se não tivesse um jato privado, teria menos horas para trabalhar".

Na semana passada, Elon Musk fez uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) hostil para comprar o Twitter por 54,20 dólares (cerca de 50 euros) por ação, o correspondente a uma avaliação de 43 mil milhões de dólares (cerca de 40 mil milhões de euros), dizendo que estava a investir na rede social por acreditar no "potencial" da plataforma para garantir o direito à liberdade de expressão em todo o mundo.  

O Conselho de Administração da Twitter anunciou que ia "examinar com atenção a oferta para determinar a linha de conduta que considera melhor servir os interesses da empresa e de todos os acionistas".

Num documento enviado ao regulador norte-americano da bolsa, Musk afirmava que esta era "a sua melhor e última oferta" e ameaçava, em caso de recusa, "reconsiderar a sua posição como acionista" da rede social.

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