Cada um leva para casa 4,2 milhões de euros pela conquista do último «Major» do ano
Para lá da glória pela conquista do US Open, o último torneio do Grand Slam do ano, Carlos Alcaraz e Aryna Sabalenka deixam os Estados Unidos da América com as contas bancárias bem recheadas, ao embolsarem o maior prémio monetário da história do ténis: 5 milhões de dólares brutos, mais de 4,2 milhões de euros à taxa atual.
A edição 2025 do Open norte-americano bateu todos os recordes no que a prémios diz respeito, cujo bolo global ascendeu a 76 milhões de euros.
Para os vice-campeões dos quadros de singulares, Jannik Sinner e Amanda Anisimova, foram destinados 2,5 milhões de dólares, pouco mais de 2,1 milhões de euros.
O português Nuno Borges, por exemplo, levou para casa 154 mil dólares (131,6 mil euros) por ter atingido a segunda ronda do torneio, enquanto Jaime Faria garantiu 110 mil dólares (94 mil euros) pela repescagem para o quadro principal, de onde foi afastado logo na ronda inaugural pelo espanhol Jaume Munar.
Nos últimos anos, os organizadores dos eventos do Grand Slam têm batido consecutivamente recordes de premiações, em resposta às críticas dos tenistas, que reclamam retribuições maiores, sobretudo nas primeiras rondas dos quadros principais.
Em toda a carreira, Carlos Alcaraz acumula um total superior a 53 milhões de dólares (45,3 milhões de euros) em prémios monetários, enquanto Sabalenka se fica pelos 12,1 milhões de dólares (10,3 milhões de euros).
O recordista continua a ser Novak Djokovic, que pela chegada às meias-finais do US Open garantiu 1,2 milhões de dólares (1 milhão de euros), totalizando agora 190,2 milhões de dólares só em prize money, mais de 162 milhões de euros. O sérvio é seguido, nesta lista, de três tenistas já aposentados: Rafael Nadal, Roger Federer e Andy Murray.