Teatro Nacional D. Maria II volta ao Rossio no verão de 2026

CNN Portugal , MJC
4 dez 2025, 15:35
Teatro Nacional D. Maria II (Foto: Direitos reservados TNDMII)

A reabertura oficial está marcada para setembro, mas a partir de junho já haverá algumas atividades no edifício histórico do teatro

Encerrado para obras de requalificação desde janeiro de 2023, o Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, vai reabrir oficialmente as suas portas no Rossio no início na nova temporada, a 18 de setembro de 2026.

No entanto, antes disso, o teatro apresenta já no seu edifício um programa especial, "Prólogo", entre 22 de junho e 25 de julho, com visitas guiadas, oficinas, encontros, debates, experiências artísticas e ações de mediação.

“Pretendemos que este seja um período de transição e de escuta, que nos permitirá redescobrir o edifício, testar modos de acolhimento e preparar o regresso a casa, num trabalho de proximidade com a comunidade vizinha, as equipas, os artistas, os parceiros, as escolas e, claro, com o público da cidade e do país. Prólogo pretende assim ser o ensaio do reencontro, o momento antecipatório em que o D. Maria II volta a respirar antes de reabrir, em pleno, para todos”, refere Pedro Penim, diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, no comunicado enviado à imprensa.

Ao longo do primeiro semestre do ano, enquanto as obras continuam, o D. Maria II continua a apresentar uma programação diversificada noutros espaços de Lisboa e do país.

Para Rui Catarino, presidente do conselho de administração do teatro, a “reabilitação do sistema de palco rotativo e do quadro elétrico da mecânica de cena assumem uma grande importância” na intervenção ainda em curso, até porque as duas ações deverão evitar "um novo encerramento da Sala Garrett no futuro”.

“O sistema de palco rotativo é um recurso com características únicas no panorama nacional, que reforçará as valências técnicas da Sala Garrett e as soluções artísticas ao dispor dos criadores”, garantindo “ainda melhores condições de trabalho no palco e subpalcos desta sala”, acrescenta Rui Catarino, citado no comunicado. “O D. Maria II reabrirá ao público mais capacitado para novas possibilidades cénicas e eficiência técnica e segurança melhoradas”, conclui.

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