Treinador do V. Guimarães salientou o «espírito vitoriano» presente para eliminar o Sporting
Luís Pinto, treinador do V. Guimarães, em declarações na flash interview da Sport TV após a vitória [2-1] frente ao Sporting, a contar para as «meias» da Taça da Liga.
Vitória jogou com coragem
«Sim. A forma como sempre quisemos estar a disputar o jogo com coragem era algo que nós tínhamos que conseguir para ter um resultado positivo contra um adversário com esta qualidade e capacidade. Desde o primeiro ao último minuto conseguimos isso. Na segunda parte, pelo menos por sensação, até conseguimos mais alto no campo. Não tivemos que correr tantas vezes para trás como na primeira. Por isso, sim, além de tudo o resto da organização, a alma vitoriana esteve presente e é algo que nos deixa felizes.»
Houve mudanças de um jogo para o outro
«Sim, nós há 15 dias também tínhamos tentado. A forma que o fizemos é que não foi tão agressiva e tão corajosa, pelo menos nos primeiros 20 minutos, como hoje. Mas os bons sinais que tínhamos dado há 15 dias faziam-nos crer que nós podíamos ter este resultado que tivemos aqui. Hoje, felizmente, conseguimos comprovar isso.»
Primeira final da Taça da Liga do Vitória
«Sim, é marcante, é bom porque é a primeira vez que o clube estará na final. Agora, obviamente que estando na final vamos querer vencer, porque é o próximo jogo que temos e queremos ainda poder acrescentar esse novo dado à história do clube. Não só por isso, mas pela sensação que há algum tempo tenho vindo a falar desta equipa e da qualidade que estes jogadores têm. Por vezes a crença que eles têm neles ainda não é tão grande como aquela que podia ser. Hoje aqui, felizmente, isso permitiu-nos conseguir uma exibição muito interessante, muito boa e um resultado que nós pretendíamos.»
Vitória «sem dedo» do treinador
«Não, sinto que foi uma vitória de toda a gente que trabalha para preparar o jogo. De toda a gente que trabalha para estar em condições para o tempo que for preciso, quer seja para jogar a início, quer seja para entrar e poder terminar o jogo. Por isso foi uma vitória de toda a gente, não tem nada a ver com o dedo do treinador.»
Tem algum adversário preferido?
«Não, temos a noção que será sempre um jogo muito desafiante. Temos a noção que será sempre um jogo em que nos vai exigir coisas diferentes do jogo de hoje. E que aquilo que nós realmente queremos é estar presentes. Agora que estamos presentes, obviamente que vamos querer preparar o jogo para poder no final conquistar o troféu.»