Rui Jorge e o teste frente à Noruega: «Vamos ter de ser pacientes»

27 mar 2023, 18:46
Sub-21: Rui Jorge no Portugal-Islândia (André Sanano/FPF)

Selecionador dos sub-21 revelou que André Amaro e Nuno Tavares estão em dúvida para o jogo desta terça-feira

Rui Jorge diz que a seleção de sub-21 terá de ser «paciente» para o jogo de preparação frente à Noruega, marcado para esta terça-feira (19h00), para o Estádio Municipal da Póvoa do Varzim. O treinador, que esta segunda-feira festeja 50 anos, revelou ainda que Nuno Tavares e André Amaro estão em dúvida para este segundo teste.

A seleção de sub-21 realizou o último treino antes do embate com a Noruega esta segunda-feira, já com o guarda-redes Celton Biai, «emprestado» à seleção principal, integrado, tal como Nuno Tavares que tinha falhado a última sessão devido a uma inflamação numa unha do pé.  

O jogo com a Noruega será o segundo neste estágio, depois do triunfo sobre a Roménia (2-0), e Rui Jorge espera mais dificuldades. «Na defesa, vamos ter de ser pacientes: vamos ter menos bola do que no jogo com a Roménia. Em equipas como a nossa, isso pode causar algum desconforto, mas estamos mais preparados para isso. A Noruega tem essa capacidade para nos esconder a bola nalguns momentos. Ofensivamente, é preciso circulação rápida, tentar encontrar espaços e criar perigo na defesa adversária», começou por destacar.

André Amaro e Nuno Tavares têm apresentado alguns problemas físicos, pelo que a sua utilização na partida desta terça-feira ainda não é certa. «Ainda não sei se o Nuno Tavares poderá jogar. Ontem não fez absolutamente nada porque tem um problema numa unha que é bastante doloroso. Vamos esperar até ao último momento porque depende das dores que estiver a sentir. Já o Amaro apresentou algumas queixas, pelo que vamos reavaliar, na certeza que este não é um jogo para cometer riscos», revelou.

A seleção de sub-21 ocupa, atualmente, o segundo lugar no ranking UEFA da categoria, mas Rui Jorge prefere não falar em favoritismo para a fase final do Euro. «Não tenho a mesma visão das coisas em relação a uma eventual candidatura ou favoritismo de Portugal. É certo que somos o número dois do ranking, fruto de uma série de bons resultados e, se formos por aí, não tenho muito como negar como nos catalogam e também espero que assim se mantenha por muitos anos, mas para mim o mais importante é sempre o que fazemos para nos mantermos neste lugar», referiu.

Apesar de tudo, o selecionador afasta qualquer tipo de deslumbramento da parte dos jogadores. «O que mais me importa agora é a forma como nos apresentamos porque os jogadores nunca estão como nós queremos, pelo que estamos sempre à procura da perfeição e de deixar uma boa imagem do que é o futebol português. Também sinto que não há deslumbramento e que há uma ideia comum. Isso é fundamental porque o desfecho, apesar de nem sempre ser fiel, será sempre uma consequência do nosso papel e de como encaramos cada partida», destacou ainda.

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