Nissan e MG Portugal à conversa no Fórum Automóvel Standvirtual

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16 mai, 10:09

Temas da atualidade automóvel: é este o foco do Fórum Automóvel, uma parceria entre a CNN Portugal e o Standvirtual. A conversa, que pode ver na íntegra neste vídeo, é moderada por Sara Sousa Pinto, com a presença habitual de Nuno Castel-Branco, diretor-geral do Standvirtual, e os convidados José Botas, Diretor Geral Nissan Portugal e Ricardo Lotra, Diretor Comercial MG Portugal.

Mercado nacional a subir no primeiro trimestre de 2024

O mercado automóvel registou um crescimento de 13,1% no primeiro trimestre relativamente ao período homólogo. Mais de 68 mil novos carros foram colocados em circulação, um aumento que pode ser atribuído a vários fatores como a expansão da oferta de carros elétricos e à mudança nas preferências dos consumidores. Mas há mais: “Este aumento tem a ver com um fator muito relevante: Portugal é um país de turismo e por isso há uma certa inflação devido ao rent-a-car que compra em larga escala. O mercado na ótica do consumidor final está em linha com o ano passado porque o volume de carros vendido às gestoras de frota entra como vendas a nível nacional que representa 70% das vendas” explica o diretor-geral do Standvirtual.

O panorama da importação de carros usados também evidencia a importância e vitalidade do mercado automóvel do país, permitindo aos consumidores acederem a opções mais adaptadas às suas necessidades. No total foram importados aproximadamente 110 mil carros usados em 2023. Para Nuno Castel-Branco, esta tendência aponta uma “estabilidade em alta” e assinala que as viaturas importadas assumiram um papel preponderante na recuperação do mercado nacional, após a queda que se iniciou em 2020, no período de pandemia. “Há mais carros a serem entregues nas gestoras de frota e isto quer dizer que têm de renovar contratos colocando mais carros no mercado independente. O mesmo nos rent-a-car. Quando não tinham carros novos para substituir, andavam com os mesmos carros durante dois ou três anos em frota e agora não. A cada seis meses ou todos os anos mudam a frota, ou seja, para além dos novos que entram, há também mais usados. Isto gerou um efeito no mercado que é relativamente particular e que vale a pena ter em atenção”. Também o mercado de carros usados em Portugal registou um aumento positivo de 2,2% no primeiro trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano passado. Este crescimento demonstra a resiliência do mercado de carros usados em Portugal. “A maior parte do mercado está nos usados e isto demonstra-nos que está estável, porque aqui, o efeito rent-a-car não entra. As transações de quem compra usados são neutras” conclui Nuno Castel-Branco.
 

Boas notícias! Já pode fazer o carregamento de um carro elétrico e pagar com o multibanco

Tal como acontece com os veículos a combustão, em que no posto de abastecimento podemos apresentar o cartão multibanco para fazer o pagamento, em 2024 esta meio de pagamento também irá fazer parte da rotina de quem tem um carro elétrico, facilitando o processo de pagamento para os utilizadores.
O objetivo da UE é reduzir até 55% das emissões de CO2 até 2030 (Objetivo 55) dentro da União Europeia, graças ao que foi definido pela AFIR (Alternative Fuels Infrastructure Regulation), regulamento à criação de uma infraestrutura para combustíveis alternativos.
Esta medida deverá estar completa a partir do dia 1 de janeiro de 2027, abrangendo todos os postos instalados ao longo da RTE-T (rede transeuropeia de transportes). Apenas os postos de carregamento com potência acima dos 50 KW têm esta obrigatoriedade, todos os outros postos de carregamento inferiores a 50 KW terão uma alternativa.
 

Curiosidade: Primeiro carro elétrico lançado pela Xiaomi surpreende o mercado

A gigante chinesa Xiaomi, conhecida pelos seus produtos tecnológicos como smartphones, é agora também sinónimo de carros 100% elétricos. O primeiro deles, o Speed Ultra 7 (SU7), esgotou em menos de 24 horas após o seu lançamento. O desportivo de alto desempenho e tecnologia verde conquistou os fãs com as suas especificações impressionantes, de design moderno e preço competitivo, propositadamente para ficar bastante abaixo do Tesla Model 3.

Um século de MG

A MG tem sido uma marca vanguardista desde a sua criação nos Morris Garages em 1924. Antiga joia da coroa britânica, agora nas mãos do grupo chinês Shanghai Automobile Industry Corporation (SAIC), produziu muitos ícones intemporais, que continuam a incorporar 100 anos de design clássico, combinando-o com tecnologia globalmente avançada em todos os seus modelos. 

Após largos anos de ausência e de outros tantos apenas presente no mercado britânico, a MG voltou em força. Atualmente, uma nova geração tem a oportunidade de optar por um carro desta marca icónica: renovado, elétrico e preparado para o futuro. Ricardo Lotra, Diretor Comercial MG Portugal, explica que essa herança está presente no mais recente modelo, o MG Cyberster, “um desportivo elétrico com um design inovador que combina o legado icónico dos roadsters da marca com a linguagem moderna de design da MG”. O herdeiro de modelos como os MG A, MG B, Midget ou TF, não será, contudo, um roadster à moda antiga. O MG Cyberster anuncia-se como um roadster 100% elétrico, e, entre outros atributos, promete uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em cerca de 3 segundos, além de uma autonomia máxima a rondar os 580 km.

A renascida MG quer apostar forte no segmento dos veículos elétricos, onde acredita ainda existir um enorme potencial de crescimento no mercado nacional. A marca britânica quer democratizar o acesso do consumidor português aos automóveis do futuro. “A nossa estratégia nesta fase de retomarmos a comercialização foi a democratização da marca no caso da eletrificação” explica Ricardo Lotra.

Nissan terá mais de 20 novos modelos eletrificados até ao final da década

Traduzido do japonês como “produto do sol” ou “nascimento do sol” assim nasceu o nome da marca de automóveis japonesa. Criada em 1933, a Nissan é hoje uma das maiores produtoras de carros elétricos do mundo e tem uma incontornável presença no arranque da eletrificação do parque automóvel nacional. “O Leaf é uma das referências entre os modelos elétricos. Foi, durante anos, o elétrico mais vendido em Portugal e na Europa” explica José Botas, Diretor Geral Nissan Portugal. 

Acelerar a eletrificação e tornar-se cada vez mais sustentável, são as duas grandes metas da Nissan, através da sua visão ‘Nissan Ambition 2030’.
A marca japonesa quer potenciar o seu valor estratégico e ajudar a construir um novo ecossistema de mobilidade e não só. “O nosso objetivo é acelerar a eletrificação mundialmente, e neste plano temos o objetivo de lançar 26 novos modelos eletrificados, dos quais, 15, serão 100% eletrificados para satisfazer as necessidades diversificadas dos clientes em mercados onde o ritmo da eletrificação difere” refere o Diretor Geral Nissan Portugal.  .

Com a Nissan Ambition 2030, a marca nipónica pretende também impulsionar a nova era da eletrificação, avançar tecnologias para reduzir a pegada de carbono e procurar novas oportunidades de negócio. “Queremos transformar a Nissan numa empresa sustentável que é verdadeiramente relevante para os clientes e para a sociedade. Partimos deste plano que acelera não só a eletrificação a nível de lançamento de novos modelos, como também numa adaptação de toda a estrutura industrial. Estamos a alterar as nossas fábricas para sistemas 100% elétricos com energias renováveis em que todo o ecossistema será de carbono zero. Trata-se de um ecossistema de fabrico e serviço totalmente integrado que liga a mobilidade e a gestão energética visando concretizar a neutralidade carbónica” afirma o Diretor Geral Nissan Portugal. 

A nova estratégia da marca de Yokohama prevê que o mix de modelos de veículos eletrificados represente a nível global 40% até ao final de 2026 e aumente para 60% até ao final da década.
 

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