«Luis Suárez? Ele estava frustrado, mas não houve caso nenhum»
«Suárez? Não houve caso nenhum»
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Rui Borges, treinador do Sporting, em declarações em conferência de imprensa, respondendo ao caso Luís Suárez, que foi notícia por más razões (supostamente ter-se-ia revoltado e abandonado um treino, só sendo travado por Rui Borges):
Preocupado com este caso ter vindo a público?
«Não me preocupa que isso venha a público, porque é ridículo. Não houve quase caso nenhum. Se houvesse caso vocês iriam saber, porque iria entrar na esfera disciplinar. Se não há caso disciplinar, é porque não houve caso. Ninguém está acima do Sporting, dos colegas ou da equipa técnica. O que se passou foi que acabou o treino, ele estava frustrado com o treino, tínhamos feito um jogo de 10 contra 10, ele estava perto de saída e dirigiu-se para sair, porque pensou que tinha pensado que acabara. Havia mais um exercício de um minuto para fazer, ele voltou para trás, fez esse exercício e depois, sim, saiu. Não se passou mais nada do que isso.»
Tem receio que estas situações de revolta continuem a acontecer?
«Não há processo disciplinar porque não houve caso nenhum. Ouvi dizer que ele deu um pontapé numa bola e que tinha agredido um treinador, o que não é verdade. A malta que é mais competitiva, e o Gyokeres é muito assim, por vezes tem estas reações. Foi o que se passou com o Luis Suárez, não houve mais nada do que isso. Eu apitei, ele pensou que o treino tinha acabado, ia chateado, mas foi chamado para voltar e voltou.»
Desgaste do Mundial
«O Luís teve uma época muito desgastante. Jogou praticamente sempre, esteve no Mundial e é natural que o corpo acuse esse desgaste. Se calhar precisava de mais um mês de férias, não teve tantas como os outros. Mas o futebol é assim. Ganhou a oportunidade de representar o seu país no Mundial, algo que muito desejava, e acabou por perder alguns dias de descanso. É natural que ainda não esteja na melhor forma. Está à procura da sua melhor condição física, mas está disponível e convocado.»
