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Sporting defronta último adversário de Amorim: «Não há comparações»

6 abr 2025, 13:57
Rui Borges (FOTO: Sporting)
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Rui Borges diz que é impossível fazer comparações com o antigo treinador na véspera de um novo embate com o Sp. Braga

O Sporting completa esta segunda-feira uma volta desde que Ruben Amorim deixou o clube rumo ao Manchester United. O final de ciclo ficou marcado por uma reviravolta em Braga (4-2) e, agora, dezassete jogos depois, com Rui Borges ao comando, os leões preparam-se para voltar a defrontar os minhotos em casa, mas o treinador recusa qualquer comparação com o homólogo que começou a época.

«Não gosto de fazer comparações, nem vocês deviam fazer, com a era Amorim ou com o quer que seja. Nesse momento, o Sporting só tinha vitórias, tinha uma dinâmica muito positiva. Teve um jogo difícil, penso que esteve a perder por 2-0 ao intervalo, ainda conseguiu dar a volta já no final do jogo para um 4-2, mas tinha muitos jogadores. Tinha Pote, Morita, o Nuno Santos penso lesionou-se no jogo anterior, mas de resto penso que deviam estar todos disponíveis. Não há comparações», começa por enunciar.

O treinador diz que os momentos são diferentes e garante que nunca se sentiu refém da «ideia» de jogo deixada por Amorim.

«Nem se quer olho para a ideia, por mais que o sistema seja o mesmo ou em alguns momentos pareça o mesmo, há coisas, comportamentos que podemos pedir diferentes, por isso muda logo tudo. Não colhe a parte de ser refém do que quer que seja. Eles às vezes vão buscar coisas que já têm no ADN deles, há coisas que os jogadores que estão aqui há mais tempo, com o hábito leva a fazer as coisas de forma automática. Dentro daquilo que pedimos, é natural que eles vão acrescentando coisas que já têm nos hábitos anteriores, agora nunca olho de forma comparativa com o que quer que seja», acrescentou.

O treinador destaca, acima de tudo, a resiliência demonstrada pelos jogadores em períodos de muitas dificuldades. «Valorizo o trabalho dos jogadores, pela resiliência que tiveram de ser capazes ao longo deste tempo, por castigos e lesões. Não podia estar mais feliz com aquilo que eles têm dado, com o que eles têm demonstrado, com a forma como têm estado comprometidos. A forma comparativa é impossível, até porque os jogadores fazem muito a diferença», referiu ainda.

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