Treinador do Sporting analisa o triunfo em Famalicão, para a Liga
Rui Borges, treinador do Sporting, analisa a vitória do Sporting em Famalicão, por 2-1, na flash interview da Sport TV:
Análise ao jogo
«Demonstrámos que estávamos aqui para ganhar. Sabíamos que ia ser um jogo difícil. O Famalicão, em 2025, ainda não tinha perdido em casa e não tinha sofrido golos para o campeonato. É uma equipa muito física e competitiva, bem organizada. Fizeram golo numa bola parada. O jogo, na primeira parte, acabou por ser bolas perdidas nossas, transições ofensivas deles. Corremos sempre atrás do prejuízo. Tivemos uma ou outra oportunidade para poder fazer golo, mas tivemos capacidade de dar resposta e de nunca perder o equilíbrio emocional. Estávamos cientes das dificuldades e fizemos um jogo bastante competente. A vitória acaba por se ajustar ao que fizemos».
Vagiannidis a titular
«A nossa variabilidade do jogo não varia do atleta que está a jogar na posição. Eles, de forma individual, dão coisas diferentes. O Ivan (Fresneda) tem sido muito importante, mas hoje optámos pelo Vagiannidis. São dois jogadores que têm dado uma resposta tremenda e estou feliz por poder contar com os dois».
Regresso da Liga após as seleções
«Senti, em alguns momentos, um ou outro jogador mais “preso”. É normal. Vêm com muitos minutos das seleções, o que por um lado é bom, mas por outro ficamos um bocadinho na expetativa sobre qual será a resposta. Apesar de tudo isso, deram uma resposta muito boa. Na primeira fase de pressão fomos muito intensos e fomos competentes nos duelos individuais. Cumpriram à risca com o que tinham de fazer».
Fadiga teve peso no jogo?
«É natural que nos últimos minutos tenhamos baixado, mas o Famalicão também não criou nada. Foram bolas longas e nós fomos fortes nos duelos. Foi mais para fechar a equipa mais um bocadinho. Se tivéssemos muito cansados não teríamos dado a resposta que demos depois de estarmos a perder 1-0».
Sofrer numa bola parada
«O Famalicão acaba por ser feliz na bola parada. A bola ressalta na cabeça do Trincão e ir para o homem livre. Temos de olhar para o futuro e para o nosso caminho».
