«Ser futebolista é a melhor profissão, mas há demasiados jogos»
«Calendário? São muitos jogos e acaba por ser demasiado para todos»
«Época passada foi de sonho, mas espero que não seja a melhor...»
«Não me canso de falar do João Neves, é um miúdo especial...»
«Bola de Ouro? Futebol reduz-se muito a golos e assistências, não gosto disso»
«Sabemos que o nosso grupo é mais curto, por isso convém não facilitar»
Vitinha admite que há «demasiados» jogos, o que afeta não só jogadores como também equipas técnicas
Na concentração da seleção portuguesa para os compromissos com a Arménia e a Hungria, no apuramento para o Mundial 2026, Vitinha falou aos jornalistas nesta quinta-feira em conferência de imprensa. O médio-centro abordou a crescente sobrecarga do calendário.
Sobrecarga do calendário
«Não sou a melhor pessoa para falar da organização de jogos, de calendário. Mas a verdade, e o que consigo sentir, é que, geralmente, há muitos jogos. E eu não gosto de queixar disso. Nem me queixo, na verdade, porque eu gosto de jogar futebol, é a melhor coisa do mundo, a melhor profissão do mundo, o que eu mais gosto de fazer, mas acaba por ser demasiado para todos. Ontem também vi as declarações do [Jules] Koundé. Não só para os jogadores, imagine as equipas técnicas que estão dia e noite a preparar os jogos, os treinos, tudo. E para os jogadores, fisicamente, acaba por ser muito duro. Acabamos também por, se calhar, não conseguir apresentar melhor o futebol, da melhor forma, a muitas pessoas. Mas é o que é.»
