Fernando Santos: «Diogo Costa ou Patrício? Partem todos do zero»

20 mai, 13:54

Selecionador falou ainda de Rafael Leão e da renovação dos centrais

Diogo Costa foi titular nos últimos jogos da Seleção Nacional sucedendo a um longo período em que Rui Patrício foi o dono da baliza de Portugal. Agora estão os dois convocados, a par de José Sá, para os quatro jogos da Liga das Nações marcados para junho e Fernando Santos garante que partem os três do zero».

«Não há vantagens de ninguém. Opções são opções. Se eu não acreditasse no Rui Patrício, no José Sá e no Diogo Costa, não eram eles que cá estavam. Quando fazes opções não é porque não confias nos outros. Não está em causa a confiança ilimitada que tenho no Rui Patrício, mas agora partem todos do zero.

O selecionador também falou no caso específico de Rafael Leão que voltou a ser chamado depois de uma grande final de temporada no ataque do Milan. «Enquadrado já está ele. Neste momento toda a gente fala no Rafael Leão. Mas ele já está cá há muito tempo. Não foi chamado pela primeira vez agora. Nas duas últimas convocatórias esteve cá e jogou. É um dos que também parte do zero e que pode jogar», referiu.

O selecionador explicou também as chamadas dos centrais Domingos Duarte e David Carmo, mas rejeitou a ideia que esteja a avançar com um processo de renovação dos centrais, face às idades mais avançadas de jogadores como Pepe e José Fonte.

«A renovação é natural. Percebo a pergunta. É uma discussão que é normal. Fala-se de una forma abrangente, mas começo agora a pensar que é só em relação aos centrais porque têm uma idade mais elevada. Mas a questão é qualidade, não é da idade. Se eu entender que os mais velhos continuam a ser os que me dão mais garantias….», referiu.

O selecionador aproveitou a deixa para depois dizer que o processo de renovação tem sido continuo desde que chegou. «Se pensarmos que desde que estou aqui chegaram 27 jogadores e afirmaram-se na seleção. Há um que começou com 18 anos, depois tivemos o Danilo com 24, ainda era jogador do Marítimo. Os que chegaram, chegaram naturalmente. Claro que estes jogadores agora têm 27 e 28 anos, mas não foi feita uma renovação? Foi», destacou.

Para o selecionador, o critério será sempre da qualidade em detrimento da idade. «O critério é sempre a qualidade, não a idade. Temos de analisar os jogadores, para depois decidirmos tecnicamente os que vão estar no Mundial. Eu e a minha equipa técnica tomaremos as decisões. Vamos jogar para onze milhões de portugueses, com o objetivo de ganhar. Vamos apresentar-nos na máxima força para da uma alegria aso 11 milhões», referiu ainda.

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