REVISTA DE IMPRENSA | Fenómeno está associado ao facto de haver mais políticos, decisores e gestores de topo no país
O número de pessoas que ganha 3.000 euros por mês após descontos atingiu um recorde no segundo trimestre deste ano. Há agora 125 mil pessoas nesse patamar.
Escreve o Diário de Notícias desta quinta-feira que este grupo praticamente duplicou nos últimos dois anos.
O jornal concretiza que um dos fatores desta evolução – que foi celebrada pelo primeiro-ministro na Festa do Ponto – estará ligado ao comportamento muito expansivo do emprego nas profissões mais bem pagas.
Dados do INE mostram que nunca houve tantos políticos, decisores e gestores de topo, que aumentou para 327 mil profissionais no primeiro semestre. A remuneração média líquida é de 2.236 euros, uma subida homóloga de 17%.
