«Se não formos cautelosos no mercado, temos 40 jogadores daqui a dois meses»
Rui Borges: «Tantas lesões devia ser um caso de estudo»
Borges: «O objetivo é fazer uma segunda volta ainda melhor»
«A minha maior tristeza hoje é sair com menos dois jogadores»
Rui Borges: «A pressão no Sporting é diária»
Rui Borges defende a necessidade de o Sporting olhar para os jogadores da formação neste período difícil
Rui Borges, treinador do Sporting, lamentou na reação à derrota com o V. Guimarães (2-1) mais duas lesões sofridas pela sua equipa - Fotis Ioannidis e Eduardo Quaresma -, e ainda abordou a necessidade (ou não) de ir ao mercado em janeiro.
Lesões
«Falei em red line no sentido de que há cansaço acumulado e eu sinto isso. Eu sinto isso um bocadinho em relação à energia coletiva da equipa. Tanta lesão é inacreditável. Já não sei o que é que nos falta acontecer nesse sentido, em termos de lesões muito específicas, muito próprias. É claro que a gente sente, por mais que não queira, chega o momento que se sente, e eu creio que a equipa e os colegas hoje também sentiram. Mais duas substituições por lesão... mas não serve de desculpa.»
Mercado de janeiro
«O Sporting também vive disso, da formação. Se tivermos que nos agarrar à formação, vamos fazê-lo. Tal como nos agarrámos na época passada. Porque também não podemos ir ao mercado, por mais lesões que soframos. Senão daqui por dois meses temos 40 jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos. A formação será sempre muito produtiva e é a quem nos vamos agarrar sempre.»
