Perdão é "total, completo e incondicional"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, perdoou uma longa lista de aliados políticos pelo seu apoio ou envolvimento em alegados planos para anular as eleições presidenciais de 2020, de acordo com o responsável da área do Departamento de Justiça, Ed Martin.
Os indivíduos listados numa proclamação, que Martin publicou na rede social X no final do domingo, incluem figuras de alto perfil como os advogados de Trump Rudy Giuliani, Sidney Powell e o ex-chefe de gabinete do presidente, Mark Meadows, entre dezenas de outros.
“Esta proclamação põe fim a uma grave injustiça nacional perpetrada contra o povo americano após as eleições presidenciais de 2020 e continua o processo de reconciliação nacional”, lê-se no documento, que indica a data de 7 de novembro no seu texto e que o presidente parece ter assinado.
Inclui um “perdão total, completo e incondicional” para as pessoas nomeadas, incluindo alguns dos co-réus do presidente que foram acusados na Geórgia de tentar subverter a derrota eleitoral de Trump em 2020.
Os perdões presidenciais só se aplicam a acusações federais, não a acusações estaduais ou locais. O perdão também afirma explicitamente que não se aplica ao presidente Trump.
A CNN entrou em contato com a Casa Branca e o escritório de Martin para comentar.
Também na semana passada, o presidente concedeu clemência a um agente a polícia aposentado da cidade de Nova Iorque que foi condenado em 2023 por perseguir uma família de Nova Jérsia em nome do governo chinês.
Trump também perdoou a antiga estrela da liga de basebol Darryl Strawberry por uma acusação de evasão fiscal em 1995.