Marcelo sim, Putin não: quem vai marcar presença e quem vai faltar ao funeral da rainha Isabel II

10 set, 16:31
Rainha Manchete

Joe Biden foi o primeiro a confirmar a presença num evento que terá um forte dispositivo de segurança

O funeral de Isabel II vai realizar-se no próximo dia 19 de setembro. Ainda antes de saberem a data, várias figuras de Estado confirmaram que vão marcar presença nas cerimónias fúnebres.

A primeira presença a ser confirmada foi a de Joe Biden. O presidente dos EUA confirmou que estará presente no funeral da rainha Isabel II, apesar de ainda não ter falado com o rei Carlos III, segundo a Sky News.

Já o Presidente da República português confirmou esta quinta-feira a presença nas cerimónias fúnebres da rainha do Reino Unido, Isabel II, em representação do mais antigo aliado britânico. Em declarações aos jornalistas em Brasília, capital do Brasil, Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que o Reino Unido é "o mais antigo aliado português" e "só podia ser o chefe de Estado a estar presente em representação dos portugueses" no funeral de Isabel II.

"Quando forem, naturalmente lá estarei", referiu, acrescentando que o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, também estará presente nas cerimónias fúnebres.

Por sua vez, o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, afirmou à Reuters que pretende marcar presença nas cerimónias. Também Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, confirmou à CNN Brasil, que pretende ir ao velório e que estão a ser feitos ajustes de agenda para conciliar a visita ao Reino Unido e a ida à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Também presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, garantiu que quer estar presente, assim como foram confirmadas as presenças dos membros das casas reais de Espanha, Bélgica, Noruega, Dinamarca, Suécia e Holanda.

Já Vladimir Putin não está a equacionar assistir ao funeral de Isabel II, disse o porta-voz do Kremlin. Segundo a agência estatal russa RIA Novosti, Moscovo deverá "esperar pelo anúncio do protocolo da cerimónia" antes de decidir quem irá representar a Rússia em Londres, nas cerimónias fúnebres da rainha britânica.

A data do funeral ainda não foi, até agora, divulgada, sabendo-se apenas que o dia será feriado e que o luto nacional durará até então. Já o luto real será prolongado até sete dias depois das cerimónias fúnebres.

A rainha Isabel II morreu, esta quinta-feira, aos 96 anos, no Castelo de Balmoral, rodeada pela família. A notícia foi conhecida depois de o Palácio de Buckingham ter informado que a equipa médica que acompanha a rainha estava "preocupada" com a saúde da monarca. Assim que foi dado o aviso, os príncipes Carlos e William viajaram de imediato para Balmoral para acompanhar os últimos momentos de Isabel II.

Com a morte de Isabel II, sobe agora ao trono o príncipe Carlos, o seu sucessor, o que tornará William o príncipe herdeiro.

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