PSD aprova diretas a 6 e Congresso de 21 a 22 de setembro. Montenegro vai recandidatar-se a um segundo mandato

Agência Lusa
8 jul, 23:49
Luis Montenegro (EPA/Lusa)

Devido às eleições europeias de 9 de junho, já estava previsto que as próximas diretas e o Congresso do PSD se realizassem mais tarde, a partir de setembro

O Conselho Nacional do PSD aprovou esta segunda-feira a realização de diretas para a liderança do partido em 6 de setembro, seguidas de Congresso entre 21 e 22 de setembro, em Braga.

Este calendário eleitoral proposto pela Comissão Política Nacional do PSD foi aprovado, apenas com uma abstenção, na reunião do Conselho Nacional deste partido, órgão máximo entre congressos, disse à Lusa fonte social-democrata.

O atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, vai recandidatar-se a um segundo mandato de dois anos como presidente do PSD, partido que lidera desde 2022.

O Conselho Nacional do PSD esteve reunido num hotel de Lisboa durante duas horas, entre cerca das 21:30 e as 23:30.

A realização de diretas e de um congresso eletivo durante este ano decorre dos estatutos do PSD, que estabelecem que os mandatos dos órgãos eletivos do partido são de dois anos, contando-se a sua duração a partir da data da eleição.

Luís Montenegro venceu com 72,5% dos votos as eleições diretas de 28 de maio de 2022, que disputou com Jorge Moreira da Silva, e os atuais órgãos nacionais do partido foram eleitos no congresso realizado entre 01 e 03 de julho desse ano, no Porto.

Prestes a concluir os seus dois anos de mandato como presidente do PSD, tornou-se primeiro-ministro, à frente de um executivo minoritário de coligação com o CDS-PP, na sequência das legislativas antecipadas de 10 de março deste ano.

O XXIV Governo, chefiado por Luís Montenegro, que tomou posse em 02 de abril, tem o apoio de 80 deputados – 78 do PSD e 2 do CDS-PP – em 230, num parlamento em que o PS tem 78 lugares, o Chega 50, a IL 8, o BE 5, PCP 4, Livre também 4 e PAN 1.

Devido às eleições europeias de 9 de junho, já estava previsto que as próximas diretas e o Congresso do PSD se realizassem mais tarde, a partir de setembro.

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