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PS elege Secretariado Nacional com 90% e Comissão Politica Nacional com 88%

Agência Lusa , JGR
19 abr, 15:04
José Luís Carneiro no Congresso do PS (LUSA)

A lista do Secretariado Nacional do PS, órgão de direção mais restrito, foi eleita com 90,05% dos votos, 190 a favor, 11 contra e 10 brancos, enquanto a da Comissão Política Nacional foi escolhida com 87,68%, 185 na lista apresentada e 26 brancos

O PS elegeu este domingo o novo Secretariado Nacional com 90% dos votos e a Comissão Política Nacional com 88%, considerando o presidente socialista que é possível continuar a “fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria”.

O presidente do PS, Carlos César, anunciou este domingo aos jornalistas os resultados das eleições para os órgãos que decorreram, de forma eletrónica, durante a Comissão Nacional do PS, a primeira depois do congresso de consagração de José Luís Carneiro como secretário-geral do PS.

A lista do Secretariado Nacional do PS, órgão de direção mais restrito, foi eleita com 90,05% dos votos, 190 a favor, 11 contra e 10 brancos, enquanto a da Comissão Política Nacional foi escolhida com 87,68%, 185 na lista apresentada e 26 brancos.

“Esta Comissão Nacional foi importante, tanto num plano interno como num plano externo. No plano interno, porque permitiu a reinstalação de todos os órgãos do partido, na decorrência do último Congresso Nacional”, disse Carlos César.

Para o presidente do PS, os resultados das eleições para estes órgãos “exprimem, por um lado, a unidade forte que hoje tipifica a vida no Partido Socialista, sem prejuízo da diversidade que nos acompanha há precisamente 53 anos, e também a vitalidade que estes órgãos podem ter”, tendo em conta a “renovação impressiva que todos eles apresentam”.

“O Partido Socialista está, assim, em condições de prosseguir com coragem aquilo que tem procurado manifestar junto dos portugueses, e que é que é possível fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria. É possível ser uma boa oposição e ser reconhecido pelos portugueses como um partido capaz de fazer propostas, capaz de dizer como não deve ser feito, mas também como deve ser feito”, defendeu.

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