Marcelo assinala "centralidade das Nações Unidas" em carta a Guterres

Agência Lusa , DCT
24 out, 12:04
Marcelo Rebelo de Sousa em Londres, para o funeral da rainha (Lusa/Nuno Veiga)

Desde que Guterres iniciou as funções de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a 1 de de janeiro de 2017, o Presidente da República tem reiterado o apoio de Portugal à sua agenda em defesa do multilateralismo, do diálogo e do combate às alterações climáticas

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou esta segunda-feira uma carta ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a assinalar os 77 anos desta organização, considerando que desempenha um papel central na atual conjuntura mundial.

Esta informação consta de uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet hoje, Dia das Nações Unidas, em que se celebra o aniversário da entrada em vigor da Carta das Nações em 24 de outubro de 1945.

Na carta enviada a António Guterres, "o Presidente da República congratula-se com a centralidade das Nações Unidas, que assume especial importância na atual conjuntura mundial marcada pela guerra na Ucrânia, pelos devastadores efeitos provocados pelas alterações climáticas e pela pandemia global do covid-19".

Marcelo Rebelo de Sousa reafirmou a Guterres "que Portugal será sempre um membro ativo e empenhado no trabalho desenvolvido pela ONU na defesa da liberdade, paz e segurança internacionais, na promoção dos direitos humanos e na proteção do meio ambiente e dos oceanos", lê-se na nota divulgada.

Desde que Guterres iniciou as funções de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a 1 de de janeiro de 2017, o Presidente da República tem reiterado o apoio de Portugal à sua agenda em defesa do multilateralismo, do diálogo e do combate às alterações climáticas.

Guterres foi reconduzido no cargo de secretário-geral da ONU e iniciou o segundo mandato a 1 de janeiro de 2022, que termina no fim de 2026.

Entretanto, em 24 de fevereiro de 2022 a Federação Russa invadiu a Ucrânia, dando início a uma guerra que já leva oito meses.

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