O candidato frisou não ter medo de enfrentar “os poderosos da economia e dos outros interesses”
O candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo defendeu este domingo que ser Presidente da República não é um prémio de carreira, nem ser facilitador de negócios ou ganhar tempo de antena para outras eleições.
“Para mim, ser Presidente da República não é um prémio de carreira. Para mim, ser Presidente da República não é continuar funções de comentador ou de facilitador de negócios. Para mim, ser Presidente da República não é para ganhar mais tempo de antena para outras eleições e, com isso, entregar a Presidência da República aos que representam o sistema e os interesses instalados”, garantiu Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal.
Durante a apresentação do Horizonte 2031 - lista de personalidades da sociedade civil que apoiam a sua candidatura, no Centro de Congressos de Lisboa, o também eurodeputado acrescentou que ser Presidente da República não pode significar ficar preso a lógicas partidárias, tricas políticas e aos interesses mais ou menos instalados.
“Ser Presidente da República é assumir o mais alto cargo da nação para servir com energia e os olhos postos no futuro Portugal e os portugueses”, assinalou.
Considerando que a sua candidatura é a única da esperança, do inconformismo, da energia, do otimismo e do futuro, Cotrim de Figueiredo apontou ainda a necessidade de acreditar num Portugal maior e melhor.
O candidato frisou não ter medo de enfrentar “os poderosos da economia e dos outros interesses”.
Num discurso de 30 minutos para uma sala onde estavam cerca de 400 apoiantes, o ex-presidente da IL sublinhou ainda não ter medo dos desafios, mesmo quando isso implica escolhas difíceis, nem ter medo de falar a verdade, mesmo quando possa ter custos eleitorais.